Verme em leite
Casal é indenizado por verme vivo em leite condensado da Nestlé. –
A Nestlé perdeu um recurso na Justiça do Rio Grande do Sul e terá de
indenizar um casal que encontrou um objeto estranho em uma caixa de
leite condensado da marca Moça. A multinacional terá de pagar uma
indenização de R$ 3 mil a cada vítima, Angela Maria Bieger Fernandes
e Eduardo Jorge Fernandes. A informação é do site do Tribunal de
Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). A multinacional suíça alertou
a impossibilidade do produto estar contaminado. Além disso, a Nestlé
alegou a incompetência do Juizado Especial diante da necessidade de prova
pericial. De acordo com a ação, o juiz responsável pelo caso decidiu que
não seria possível fazer a perícia, pois tratava-se de um artigo perecível.
A perícia foi considerada desnecessária porque foram apresentados fotos
mostrando a existência do objeto estranho no produto e a nota fiscal que
comprovou a compra. As provas, segundo o site do TJ-RS, não foram
impugnadas pelo fabricante.
(Portla New|Trade – São Paulo/SP)
Mais gastos
Quando o novo Congresso tomar posse, cada um dos 594 parlamentares
– 513 deputados federais e 81 senadores – vai passar a custar R$ 151 mil
por mês aos cofres públicos. Ao longo do ano, o poder Legislativo vai
gastar mais de R$ 1 bilhão com os vencimentos e os principais benefícios
recebidos por cada um dos deputados e senadores, revela levantamento
feito pelo jornal “Folha de São Paulo”, que leva em consideração as
principais vantagens que têm os valores divulgados por Câmara e Senado,
como salários, auxílio moradia, ajudas de custo para a mudança do
parlamentar para a capital federal, além de passagens aéreas e verbas
para os gabinetes, entre outras. – Reajuste – O custo de cada parlamentar
aumentou após o reajuste de 26% que os congressistas se concederam
em dezembro, no fim das atividades de 2014. Os salários, antes do
aumento, eram de R$ 26,7 mil por deputado ou senador. A atualização
dos vencimentos terá um impacto de quase R$93 milhões por ano na folha
de pagamento do poder Legislativo. Na prática, as despesas com cada
congressista são ainda maiores, uma vez que alguns repasses feitos não
têm valores divulgados ou são de difícil mensu-ração, como despesas
médicas, cota gráfica e manutenção dos apartamentos funcionais. – Verba
de Gabinete – Na Câmara dos Deputados, além do salário de R$ 33,7 mil,
os deputados têm direito a auxílio-moradia de R$ 3.800, cota para atividade
parlamentar entre R$ 27,9 mil e R$ 41,6 mil (de acordo com o Estado do
parlamentar), mais verba de gabinete de R$ 78 mil. Cada deputado pode
contratar até 25 funcionários, cargos de indicação política com salários que
vão de R$ 845, até R$ 12.940,00. Já no Senado, cada congressista pode
contratar até 55 funcionários no total, com verba de gabinete média de R$
80 mil. Os senadores também recebem um cotão que varia entre R$ 21 mil
e R$ 44 mil para os gastos nos escritórios.
(Jornal da Cidade – Poços de Caldas – MG)
Campeã de reclamações
Caixa Econômica teve 805 reclamações procedentes e índice de 10,84%.
Após cinco meses de liderança do banco BMG, a Caixa Econômica
Federal ficou em primeiro lugar em dezembro no ranking de queixas entre
bancos com mais de 2 milhões de clientes. O levantamento, divulgado
mensalmente, foi publicado pelo Banco Central (BC). A alteração na
dinâmica ocorreu porque as reclamações contra o BMG passaram a ser
contabilizadas no ranking dos bancos com menos de 2 milhões de clientes.
Nesta lista, a instituição ocupou o quinto lugar entre as mais reclamadas.
O BMG registrou 97 queixas e alcançou um índice de reclamações de
50,37%, de acordo com metodologia do BC. Já a Caixa Econômica Federal
teve 805 reclamações procedentes e índice de 10,84%. Em segundo lugar
na lista dos bancos de maior porte ficou o Banrisul, com 40 queixas e
índice de 10,3%. Em terceiro, o Santander, com 300 queixas e pontuação
de 9,54%. Por fim, o HSBC teve 81 queixas e índice de 8% e o Bradesco,
425 queixas e pontuação de 5,69%.
(Portal NewTrade – São Paulo/SP)
Resultado da indústria
O faturamento da indústria mineira voltou a reduzir, após apresentar
aumento por dois meses sucessivos na série dessazonalizada. As variáveis
ligadas à produção – horas trabalhadas e utilização da capacidade instalada
– também mostraram queda, provocada pelo recuo na atividade produtiva.
O nível de emprego dessazonalizado registrou pequena expansão após
diminuir por sete meses consecutivos, enquanto a massa salarial e o
rendimento médio real cresceram devido ao pagamento da primeira
parcela do 13o. salário. A economia de Minas continuou mostrando
fraco desempenho disseminado entre os principais setores industriais,
corroborando as perspectivas de um ano de resultados inexpressivos em um
contexto de falta de confiança dos empresários e consumidores.
(Boletim Fiemg – Belo Horizonte/MG)
Impactos ambientais
O Sistema Fiemg tem a missão de liderar o processo de desenvolvimento
sustentável da indústria em Minas Gerais, fortalecendo sua competitividade
e buscando a melhoria contínua das condições socioeconômicas do estado
e do país. Um dos caminhos para a concretização do desenvolvimento
sustentável é a gestão empresarial responsável e integrada, considerando,
os aspectos econômicos, social, ambiental e cultural. O Sistema Fiemg
propõe que a indústria de Minas Gerais adote as seguintes práticas: 01
– Promover a participação empresarial pró-ativa junto à sociedade e às
instituições públicas; 02 – Contribuir para a boa governança, a ética, a
transparência e a cultura de gestão ambiental nos negócios; 03 – Promover
a melhoria contínua no que concerne ao consumo eficiente de matérias
primas e insumos; 04 – Promover o consumo sustentável de energia e água
em todas as atividades industriais; 05 – Fortalecer a política de resíduos
sólidos quanto à sua utilização como matéria prima; 06 – Colaborar com
o esforço de redução da emissão de gases de efeito estufa; 07 – Estimular
ações de respeito aos valores e conhecimento locais e a preservação do
patrimônio cultural e dos recursos naturais; 08 – Valorizar as contratações
de mão de obra, produtos e serviços; 09 – Garantir a qualidade de vida,
aprimorando os padrões de habitação, saúde, esporte, lazer, cultura e
comunicação; 10 – Contribuir de maneira efetiva para garantir o acesso
à educação; 11 – Estabelecer canais de comunicação e parcerias para
estimular a interlocução com o público externo; 12 – Estimular e fortalecer
marcas vinculadas ao empreendedorismo; 13 – Incentivar a pesquisa e
o desenvolvimento de novas tecnologias; 14 – Promover iniciativas que
premiam as melhores práticas em gestão, melhoria de processos e a busca
contínua da melhoria da competitividade, qualidade e sustentabilidade.
(Jornal Folha Patense – Patos de Minas/MG)
FGTS
Por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o prazo para reclamar
na justiça o valor do depósito não efetuado no Fundo de Garantia por
Tempo de Serviço (FGTS) foi reduzida de 30 para cinco anos. A alteração
só terá efeito para os trabalhadores que a partir de agora não tiverem os
valores depositados conforme determina a lei. O FGTS equivale a 8%
da remuneração do trabalhador e deve ser recolhido pelo empregador.
A decisão foi tomada por oito dos dez ministros do STF e se baseou no
entendimento de que o prazo deve acompanhar o que está previsto nas
demais leis sobre relações de trabalho. Também foi criada uma regra de
transição que dá ao trabalhador o direito de calcular o prazo de prescrição a
partir da data em que o depósito deixar de ser efetuado.
(Jornal Opinião Sindical – Belo Horizonte/MG)
Pior Senador
Aécio Neves entra em ranking como o pior Senador. Revista “Veja” faz
listagem de parlamentares de acordo com a atuação no legislativo. A
nota de Aécio, dada segundo critérios da revista, é zero. Pelo terceiro
ano consecutivo, a revista “Veja” publica o que chama de “ranking do
progresso”, a partir do posicionamento de deputados federais e senadores
em relação a propostas de ajuste na legislação brasileira capazes de
contribuir para a consolidação de um país mais moderno e competitivo,
segundo os critérios da revista e da Editora Abril. A iniciativa leva em
conta nove eixos considerados fundamentais para que se alcance tal
objetivo – da diminuição da Carga Tributária ao aprimoramento das
relações entre empregadores e empregados. Em parceria com o Núcleo
de Estudos sobre o Congresso (Necon), do Instituto de Estudos Sociais e
Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ), a
revista se debruçou sobre 243 proposições de maior relevância entre as
centenas de projetos de lei, medidas provisórias e propostas de emenda à
Constituição que tramita na Câmara e no Senado em 2013. Classificou,
então, aquelas que se enquadravam favorável ou desfavoravelmente nos
nove temas pré-determinados. Sobre essa lista, o Necon trabalhou com uma
metodologia que desenvolveu levando em conta todas as etapas e caminhos
de uma proposição de sua gênese aos trabalhos dentro das comissões, até
o voto final com peso específico para cada uma das fases. Ao final desse
trabalho, a revista chegou ao ranking dos melhores desempenhos de 2013,
encabeçado no Senado por Armando Monteiro (PTB-PE) e na Câmara
dos Deputados por Onofre Santo Agostini (PSD-SC). O senador mineiro e
candidato derrotado do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, foi
o último classificado em uma lista de 74 senadores. A nota de Aécio, dada
segundo critérios da revista, e zero. Clésio Andrade, senador mineiro que já
se afastou do cargo, ficou em 71 lugar. Já Zezé Perrella, senador do PDT de
Minas, esta entre os melhores na sétima colocação segundo o ranking.
(Jornal A Gazeta – Lavras/MG)
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